Por vezes espreito pela janela do passado, mas logo vem a minha razão ou o meu cérebro e fecha as cortinas. O passado foi muito bonito ou muito terrível, mas é passado e fica o dito pelo não dito.
Agora interessa o presente, a minha felicidade no momento.
Deixo correr aquilo que me move e que por si role o acontecimento.

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